Quando alguém parte deixa lembranças . Eu espero deixar bons momentos e que sejam eterno nos corações de minhas filhas e netos. Ao meus amores...
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Gestalt...Leis
A Teoria da Gestalt, em suas análises estruturais, encontrou determinadas leis que regem a percepção humana das formas, facilitando a compreensão das imagens e idéias. Essas leis seriam conclusões sobre o comportamento natural do cérebro, no que concerne ao processo de percepção. Os elementos constitutivos são agrupados de acordo com as características que possuem entre si, como semelhança, proximidade e outras que veremos a seguir.
Fonte: Gestalt - Leis da Gestalt - Humanismo - Abordagens - Psicologado Artigos http://artigos.psicologado.com/abordagens/humanismo/gestalt-leis-da-gestalt#ixzz1fgGNK9Cg
São estas, resumidamente, as Leis da Gestalt:
PROXIMIDADE: Os elementos são agrupados de acordo com a distância a que se encontram uns dos outros. Logicamente, elementos que estão mais perto de outros numa região tendem a ser percebidos como um grupo, mais do que se estiverem distante de seus similares.
SEMELHANÇA: Eventos semelhantes se agruparão entre si. Essa semelhança se dá por intensidade, cor, odor, peso, tamanho, forma etc. e se dá em igualdade de condições.
CONTINUIDADE: Há uma tendência de a nossa percepção seguir uma direção para conectar os elementos de modo que eles pareçam contínuos ou fluir em uma direção específica.
PREGNÂNCIA: A mais importante de todas, possivelmente, ou pelo menos a mais sintética. Diz que todas as formas tendem a ser percebidas em seu caráter mais simples. É o princípio da simplificação natural da percepção. Quanto mais simples, mais facilmente é assimilada.
EXPERIÊNCIA PASSADA: Esta se relaciona com o pensamento pré-Gestáltico, que via nas associações o processo fundamental da percepção da forma. A associação aqui, sim, é imprescindível, pois certas formas só podem ser compreendidas se já a conhecermos, ou se tivermos consciência prévia de sua existência. Da mesma forma, a experiência passada favorece a compreensão metonímica: se já tivermos visto a forma inteira de um elemento, ao visualizarmos somente uma parte dele reproduziremos esta forma inteira na memória.
CLAUSURA: Ou “fechamento”, o princípio de que a boa forma se completa, se fecha sobre si mesma, formando uma figura delimitada. O conceito de clausura relaciona-se ao fechamento visual, como se completássemos visualmente um objeto incompleto.
A psicologia da Gestalt também fala da questão da “figura/fundo” que seria a tendência de organizar as percepções do objeto sendo visto e do fundo sobre o qual ele aparece. A figura seria aquilo que procuramos ou voltamos a atenção e fundo seria o contexto no qual a figura está inserida, como por exemplo: quando você está com fome e busca um restaurante e o encontra, a figura é o restaurante e o fundo seria a rua. Assim como as páginas para o livro, as letras para o papel.
PROXIMIDADE: Os elementos são agrupados de acordo com a distância a que se encontram uns dos outros. Logicamente, elementos que estão mais perto de outros numa região tendem a ser percebidos como um grupo, mais do que se estiverem distante de seus similares.
SEMELHANÇA: Eventos semelhantes se agruparão entre si. Essa semelhança se dá por intensidade, cor, odor, peso, tamanho, forma etc. e se dá em igualdade de condições.
CONTINUIDADE: Há uma tendência de a nossa percepção seguir uma direção para conectar os elementos de modo que eles pareçam contínuos ou fluir em uma direção específica.
PREGNÂNCIA: A mais importante de todas, possivelmente, ou pelo menos a mais sintética. Diz que todas as formas tendem a ser percebidas em seu caráter mais simples. É o princípio da simplificação natural da percepção. Quanto mais simples, mais facilmente é assimilada.
EXPERIÊNCIA PASSADA: Esta se relaciona com o pensamento pré-Gestáltico, que via nas associações o processo fundamental da percepção da forma. A associação aqui, sim, é imprescindível, pois certas formas só podem ser compreendidas se já a conhecermos, ou se tivermos consciência prévia de sua existência. Da mesma forma, a experiência passada favorece a compreensão metonímica: se já tivermos visto a forma inteira de um elemento, ao visualizarmos somente uma parte dele reproduziremos esta forma inteira na memória.
CLAUSURA: Ou “fechamento”, o princípio de que a boa forma se completa, se fecha sobre si mesma, formando uma figura delimitada. O conceito de clausura relaciona-se ao fechamento visual, como se completássemos visualmente um objeto incompleto.
A psicologia da Gestalt também fala da questão da “figura/fundo” que seria a tendência de organizar as percepções do objeto sendo visto e do fundo sobre o qual ele aparece. A figura seria aquilo que procuramos ou voltamos a atenção e fundo seria o contexto no qual a figura está inserida, como por exemplo: quando você está com fome e busca um restaurante e o encontra, a figura é o restaurante e o fundo seria a rua. Assim como as páginas para o livro, as letras para o papel.
domingo, 4 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Teoria Rogeriana: Aprendizagem Centrada na Pessoa
Não podemos ensinar, apenas podemos facilitar a aprendizagem” (ROGERS, 1986 apud CAPELO, s/d). Para Rogers, em sua Abordagem Centrada na Pessoa, o professor não é mais visto com centro do processo ensino-aprendizagem, onde o docente era o detentor do conhecimento, e esse, transferia as informações para os seus alunos. Pelo contrário, na teoria de Carl Rogers, o professor é visto como um facilitador, onde não é o docente que ensina e sim o aluno que aprende, o importante não é o que ele aprende, e sim como ele aprende. O papel do professor facilitador é instigar o aluno, atiçar a sua curiosidade e desafiá-lo a buscar novos conhecimentos. Para que esse processo aconteça, de acordo com Rogers, é necessário um conjunto de qualidades que transformam o professor em facilitador da aprendizagem, são elas:
· Autenticidade ou Congruência, Rogers no livro Pessoa para Pessoa, define esses termos: “em primeiro lugar, a minha hipótese é que o crescimento pessoal é facilitado quando o conselheiro é aquele que, na relação com o cliente, é autêntico, sem máscara ou fachada, e apresenta abertamente os sentimentos e atitudes que nele surgem naquele momento. Empregamos a palavra ‘congruência’ para tentar descrever esta condição”, ou seja, o professor na condição de facilitador ele é autêntico, sem disfarce ou falsidade, ele se assume como ele é, com defeitos e qualidades, tristezas e alegrias, e essa transparência é que cativa os alunos e conquista a confiança deles;
· Compreensão Empática como a “capacidade de se emergir no mundo subjectivo do outro e de participar na sua experiência, na extensão em que a comunicação verbal ou não verbal o permite. É a capacidade de se colocar verdadeiramente no lugar do outro, de ver o mundo como ele o vê” (ROGERS; KINGET,1977 apud GOBBI et al, 1998), ou seja, é a capacidade do professor facilitador de se colocar na posição de aluno, podendo assim compreender quais as dificuldades dos estudantes, valorizando-os enquanto ser;
· Aceitação Positiva Incondicional é aceitar o outro da maneira que ele é, sem preconceitos ou julgamentos, com respeito e apreço pelas expressões dos seus alunos. O facilitador confia no estudante e acredita que ele é um ser em transformação.
Em suma, para que a aprendizagem seja significante para o educando, é necessário que haja uma boa relação interpessoal entre o facilitador e o aprendiz, e essas qualidades acima citadas são as bases para essa relação, proporcionando assim uma esfera de bem estar emocional e intelectual onde o desenvolvimento da aprendizagem terá um maior aproveitamento.
Postado por Dioga Argolo - Graciete Carneiro - Nilde Oliveira
· Autenticidade ou Congruência, Rogers no livro Pessoa para Pessoa, define esses termos: “em primeiro lugar, a minha hipótese é que o crescimento pessoal é facilitado quando o conselheiro é aquele que, na relação com o cliente, é autêntico, sem máscara ou fachada, e apresenta abertamente os sentimentos e atitudes que nele surgem naquele momento. Empregamos a palavra ‘congruência’ para tentar descrever esta condição”, ou seja, o professor na condição de facilitador ele é autêntico, sem disfarce ou falsidade, ele se assume como ele é, com defeitos e qualidades, tristezas e alegrias, e essa transparência é que cativa os alunos e conquista a confiança deles;
· Compreensão Empática como a “capacidade de se emergir no mundo subjectivo do outro e de participar na sua experiência, na extensão em que a comunicação verbal ou não verbal o permite. É a capacidade de se colocar verdadeiramente no lugar do outro, de ver o mundo como ele o vê” (ROGERS; KINGET,1977 apud GOBBI et al, 1998), ou seja, é a capacidade do professor facilitador de se colocar na posição de aluno, podendo assim compreender quais as dificuldades dos estudantes, valorizando-os enquanto ser;
· Aceitação Positiva Incondicional é aceitar o outro da maneira que ele é, sem preconceitos ou julgamentos, com respeito e apreço pelas expressões dos seus alunos. O facilitador confia no estudante e acredita que ele é um ser em transformação.
Em suma, para que a aprendizagem seja significante para o educando, é necessário que haja uma boa relação interpessoal entre o facilitador e o aprendiz, e essas qualidades acima citadas são as bases para essa relação, proporcionando assim uma esfera de bem estar emocional e intelectual onde o desenvolvimento da aprendizagem terá um maior aproveitamento.
Postado por Dioga Argolo - Graciete Carneiro - Nilde Oliveira
Teoria Rogeriana: Aprendizagem Centrada na Pessoa
Teoria Rogeriana: Aprendizagem Centrada na Pessoa
( ROGERS apud COELHO e JOSÉ, 1993 p.9)
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O Humanismo e Classicismo
O Renascimento refere-se a um conjunto de mudanças profundas produzidas na cultura e na sociedade Europeias, nos séculos XV e XVI. Este movimento veio contrastar com o período Gótico, fazendo a transição da Idade Média para a Idade Moderna, da cultura teocrática medieval para uma ordem intelectual profana. Ouve um novo interesse, da parte dos sábios do Renascimento, pelos textos da antiguidade clássica (em Latim e Grego) em detrimento da escolástica medieval. Autores clássicos como Cícero ou Séneca voltaram a ser lidos com um interesse acrescido.
Desenvolvimento
Os primeiros a serem chamados Humanistas foram os estudiosos que encontravam textos em Latim e em Grego, sendo um humanista um simples professor de Latim; os studia humanitatis, que estudavam filologia, gramática, retórica, línguas, literaturas.
Nascimento do Humanismo
O humanismo nasceu em Florença, nas últimas décadas do séc. XIV. Petrarca (1304-1374) foi o primeiro a colocar o homem como sendo o centro de toda acção e como agente principal no processo de mudanças sociais. Baseou se em Cícero para o estudo dos modelos clássicos, e em Virgil para os modelos do latim. Este novo interesse fez com que se explorassem as escolas monásticas em busca de documentos perdidos. Uma das mais importantes descobertas foi feita por Poggio Bracciolini, que pensa se descoberto as obras completas de quinze diferentes autores, entre eles os trabalhos artísticos e arquitectónicos de Vitrúvio, o tratado De Architectura, descoberto na biblioteca do mosteiro beneditino de Saint-Gall. Foi pela descoberta deste documento que se deram as bases da arquitectura humanista (?), pois não só era a única referencia ao modo de construção da Antiguidade como dava ainda informação essencial para a formulação do Classicismo na arquitectura.
Características do Humanismo
Antes do pensamento humanista, o centro do pensamento era Deus, um pensamento teologista. A partir deste movimento, passa a haver um antropocentrismo. Para o homem Renascentista, o ser humano continua a ser uma obra de Deus mas tem livre-arbítrio e é dono das suas decisões, podendo decidir o seu destino. A obra humana passa a ser valorizada não como uma obra de Deus mas como sua própria criação. Submeteu o sensorial ao racional, resultando numa necessidade de retratar o mundo tal como era, percepcionando pelos olhos e não numa visão idealizada.
Humanismo Social
O humanismo também afectou a sociedade nas ideias políticas, nascendo a república no início do século XV. A ideologia baseava se na crença que cada indivíduo, cada cidadão tinha a capacidade de participar nas acções politicas, dando ênfase á autonomia humana.
Nascimento do Classicismo
O movimento nasceu em Itália, Florença, quando se deu a queda do Império Bizantino e se começaram a estabelecer relações comerciais com os países Islâmicos. Esta nova maneira de pensar, baseada no período clássico (???), mete o Homem no centro da acção artística, em contraste com a arte até ali produzida que seguia apenas e fielmente a Igreja Cristã e as imagens religiosas, cujos temas eram bíblicos ou de evocação divina. A peça central do Humanismo era a ideia que o Mudo Antigo, mais propriamente a Antiga Grécia e Roma, foi o pináculo do alcance humano, especialmente no campo da intelectualidade, e deveria ser levado como modelo para a Europa do tempo do Renascimento. Aqui entra o Classicismo. Com a queda da Grécia e de Roma, a Europa entrou numa fase negra, em que o pensamento estagnou, e toda a herança do mundo antigo desapareceu. Praticamente todos os documentos destas civilizações foram perdidos ou destruídos ( e a acção dos mosteiros?). A procura destes documentos para o esclarecimento e seguimento das antigas civilizações fazem parte deste movimento Classicista, que pegou nos documentos antigos e os traduziu do grego para o Latim, a língua dos letrados.
Foram introduzidos alguns elementos com a chegada do Classicismo, entre eles o humanismo, o empirismo na arte, o realismo, formalidade e paganismo deixando de haver apenas representações religiosas, e a justaposição entre o antigo e o moderno. Neste período foram revividos vários tipos de artes perdidas, como o teatro e música. A ópera é a tentativa Europeia de recrear a arte de dançar e cantar com o teatro, á maneira Grega. O teatro sofreu a influência da arte Grega, sendo introduzida a tragédia e a comédia. Exemplos do apelo ao Classicismo são Dante, Petrarca e Shakespeare.
Arquitectura classicista
Este tipo de arquitectura foi baseado nas escrituras de Leon Battista Alberti e no trabalho de Filippo Brunelleschi. Exaltava-se o uso da simetria, da geometria e da proporção. A arrumação ordeira das colunas, pilares e caixilhos, de arcos semi-circulares, copulas hemisféricas e nichos. O estilo depressa se espalhou por outras cidades Italianas e posteriormente para a França, Alemanha, Inglaterra, Rússia e os restantes locais.(quais?)
Inovações trazidas com o humanismo e classicismo
Com estes movimentos assiste se ao renascimento das maneiras Gregas e Romanas nas mais variadas áreas. As ordens arquitectónicas foram de novo seguidas. O Triângulo Dourado foi de novo visto como a chave da proporção dos edifícios. Renasceu também o interesse pelas artes plásticas como a utilização de bronze para escultura, e utiliza se grande naturalismo nas bases do desenho, pintura e escultura.
Na pintura assiste se ao renascimento do interesse pelos temas, motivos e formas clássicas. Nasce a pintura a óleo, atribuída aos Irmãos Van Eyck, c. 1410, na Flandres, uma técnica que atribuía grande realismo e verosimilhança das cores e ao claro/escuro. Deste modo as obras tinham um maior realismo. Introduziu se também a perspectiva linear, método aplicado por Brunelleschi, c. 1420, num método que possibilitava a representação do espaço e das figuras nele inseridas de modo rigoroso e racional. O século XV Leon Battista Alberti teorizou muitas das ideias da pintura Grega , resumo esse que veio a dar origem á Escola de Atenas de Rafael ??????????
A crise do Renascimento Humanista deu se após o julgamento de Galileu, que se centrou na questão da autoridade do poder das crenças da pessoa segundo a observação ou pela religião. Este julgamento criou as contradições entre os humanistas e os religiosos tradicionais, sendo os humanistas classificados como ‘’uma doutrina perigosa’’
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